Neurociência e BabyPlus – Cronologia

Julho de 2014
– “Ouvido e imaginação formam o que nós vemos”, Science Journal.

Novembro de 2013

– “Formação musical fortalece o cérebro da criança para a vida”, NY Daily News.

Agosto de 2013

– “Bebês na barriga estão ouvindo você, alto e claro”, NBC News.

Junho de 2012

– Universidade de Harvard se concentra no desenvolvimento e arquitetura do cérebro desde a concepção. Conexões feitas e usadas frequentemente crescem mais fortes, enquanto outras menos utilizadas se perdem. Leia mais aqui.

Setembro de 2012

– “A exposição a sons biológicos maternos melhora a função cardiorrespiratória em prematuros extremos” (prematuros extremos são bebês com em média 30 semanas de gestação e peso abaixo de 1kg ao nascer), Journal of Maternal-Fetal e Neonatal Medicine

Dezembro de 2011

– “O que os bebês aprendem antes de nascerem”, CNN

Fevereiro de 2009

– Rick O. Gilmore, PhD, escreve artigo para o jornal da Pennsylvania State University intitulado “Pergunta de sondagem: Os bebês podem aprender no útero”? Sua resposta é: “Absolutamente”. Leia mais aqui.

– David B. Chamberlain, psicologia do nascimento – Estimulação pré-natal e resultados experimentais pré-natais de memória e aprendizado. Leia mais aqui.

2006

– Em 11 de novembro, Hong Kong anuncia ao mundo o primeiro DIA DA EDUCAÇÃO PRÉ-NATAL, em homenagem à natureza progressiva do Sistema de Educação Pré-natal BabyPlus.

2005

– Neurologia Experimental – “ambiente deficiente” na vida pré-natal pode comprometer sistemas importantes para a função cognitiva, afetando o fator neutrófico derivado do cérebro (BDNF) no hipocampo”. Leia mais aqui.

2003

– Publicação do primeiro material abrangente sobre o enriquecimento de som no pré-natal – “Aprender antes do nascimento: cada criança merece Superdotação”, por Brent Logan

Anos 90

– Numerosos estudos ligam as primeiras influências sonoras para proficiência de jovens e adultos.

– Brent Logan projeta a segunda geração de um aparelho sonoro pré-natal, chamado BabyPlus, com extensas doações de unidades para países em desenvolvimento, resultando em benefícios para dezenas de milhares de crianças de todas as origens socioeconômicas.

1989 – 90

– Começa a comercialização da tecnologia de enriquecimento fetal criada por Brent Logan, com 3000 crianças beneficiadas.

1987 – 88

– Nascem os primeiros bebês que experimentaram uma progressão sonora relevante no período pré-natal, sob a supervisão de Brent Logan.

– Logan começa a publicar uma série de artigos relacionados em revistas acadêmicas.

1986

– Brent Logan apresenta a teoria de pré-aprendizado em congressos profissionais. Em seguida, inicia estudos em “úteros-piloto” para verificar sua afirmação.

– Rene Van de Carr publica a primeira evidência clínica mostrando atividade neonatal e infantil de estimulação pré-natal

1984

– Ao tomar conhecimento com seus pacientes sobre a capacidade de resposta fetal ao toque abdominal, o obstetra californiano, Rene Van de Carr, desenvolve uma metodologia de estimulação de manipulações táteis em conjunto à palavras que descrevem essas ações.

1982

– Relatos da mídia sobre os americanos Joseph e Jitsuko Susedik que enriqueceram suas quatro filhas antes do nascimento e durante a infância até a primeira década de formas variadas, todas as meninas demonstraram superdotação.

– Brent Logan propõe variações programáticas dos sons dos batimentos cardíacos maternos no útero como um auditório. É iniciada uma abrangente pesquisa teórica e ele então inventa a primeira tecnologia de aprendizado pré-natal.

1981

– Em “A vida secreta do nascituro: como você pode preparar seu bebê para uma vida saudável e feliz”, o psiquiatra canadense Thomas Verny e seu co-autor, John Kelly, compilam histórias de efeitos fetais variados ao longo da vida.

Anos 80

– Anthony DeCasper, psicólogo da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, determina que os recém-nascidos apresentam preferência por padrões de fala ouvidos antes do nascimento, preferindo a voz materna.

– Na Escola de Música Eastman, em Rochester, Nova York, Donald Shetler usa alunas grávidas para colocar fones de ouvido em seus abdomens tocando música clássica e seus filhos apresentaram habilidades musicais precoces.

1980

– Introdução do tocador de fita cassete portátil, o Walkman da Sony. Pais em todo o mundo começam a aplicar fones de ouvido no abdômen materno, produzindo movimento fetal e anseiam por benefícios infantis.

1971

– Psicologia pré-natal começa a ser uma disciplina científica, com a fundação de sua primeira organização profissional, em Viena (Áustria) além de outro grupo criado em Toronto (Canadá) uma década depois.

Anos 70 e 80

– Tecnologia permite o monitoramento mais preciso dos processos de gestação, incluindo imagens fotográficas que reforçam a percepção externa do nascituro.

1962

– O livro “Influências Pré-natais” do psicólogo, antropólogo e PhD, Ashley Montagu, resume informações mais extensas sobre a vida do feto.

1960

– Lee Salk, psicólogo de Nova York, realiza várias investigações de impressões pré-natais a partir do sangue da mãe transmitido ao bebê através da placenta, identificando vários indicadores comportamentais permanentes. A neuroanatomista Marian Diamond, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, também começa pesquisas de três décadas que mostram ambientes maternos estimulantes alterarem a fisiologia cerebral em filhotes de ratos, melhorando suas habilidades de aprendizado.

1920 – 1950

– As crescentes evidências de audição no segundo trimestre de gravidez e a reação fetal multissensorial para o ambiente materno, com aprendizado no útero sugerida pelos psicólogos David Spelt e Donald Hebb, da Universidade McGill, em Montreal (Canadá), postulam uma hipótese neurogenética de que o enriquecimento precoce produz alterações fisiológicas no cérebro que promovem a capacidade de raciocínio.

1924

– Albrecht Peiper, pediatra da Universidade de Leipzig, na Alemanha, confirma visualmente uma resposta pré-natal a estímulos externos, observando distensão de um chute no abdômen da mãe depois que uma buzina de automóvel é soada.

1890

– Conforme a dinastia Quing da China estava se formando como uma república, as expectativas para a descendência da civilização eram padronizadas através de técnicas de estimulação no útero, centradas em metas utópicas.

1881

– William Preyer, psicólogo e professor de fisiologia, em “Na mente da criança”, descobre que as funções cerebrais são iniciadas antes do nascimento.

1690

– “Um ensaio sobre o entendimento humano”, feito pelo filósofo britânico John Locke, presumiu que o feto é capaz de pensar e suas ideias podem ser especificamente influenciadas de fora do útero.

600 d.C

– Textos talmúdicos (o Talmude é um livro sagrado para os judeus, uma espécie de registro das leis e costumes da religião judaica) fazem referência à consciência fetal.

350 a.C.

– Aristóteles, filósofo discípulo de Platão, atribui a receptividade pré-natal a fatores externos.

400 a.C.

– Platão, filósofo e matemático grego, afirma que a vibração é o princípio cósmico primário.

450 a.C.

– A cultura chinesa formaliza um tratamento especial durante o período de gestação, reconhecendo assim a saúde, dieta, o emocional e efeitos estimulantes – incluindo música – sobre o feto.

500 a.C.

– O pensador e filósofo chinês Confúcio sugere que o ambiente fetal pode determinar o comportamento.

400 a.C.

– O cirurgião indiano Sushruta acreditava que o feto começa a ter sensações no final do primeiro trimestre e sua mente começa a funcionar aos cinco meses.

PRÉ-HISTÓRIA

– Rituais de gestação incluíam dança e música instrumental; práticas envolvendo mães grávidas também ocorriam na Polinésia, África e tribos da Ásia.